Agronegócios

Atentos ao clima, produtores de Lucas do Rio Verde já semearam 4% da área prevista para essa safra

Falta de chuvas paralisa cultivo da soja, mas janela ideal de plantio do grão é no mês de outubro. Comercialização permanece travada, com preços de referência próximos de R$ 65,00/sc. Cenário ainda é decorrente das incertezas em relação ao tab

Plantio | 26 de Setembro de 2018 as 20h 02min
Fonte: Fernanda Custódio | Notícias Agrícolas

Foto: Ernesto de Souza/Ed. Globo

A semeadura da soja já está completa em 4% da área estimada na região de Lucas do Rio Verde (MT). Os trabalhos nos campos tiveram início logo após o término do vazio sanitário no estado, no último dia 15 de setembro, mas foram interrompidos essa semana devido à falta de chuvas.

Apesar desse cenário, o presidente do Sindicato Rural do município, Carlos Simon, reforça que essa situação ainda não preocupa os produtores, uma vez que a melhor janela de cultivo para o grão é o mês de outubro. "Não tivemos precipitações nos últimos dois a três dias, então o plantio já fica arriscado. E não podemos errar, pois temos uma safra com custos mais altos", afirma.

Em contrapartida, a comercialização futura da soja segue travada na região. Isso porque ainda há uma indefinição muito grande em relação ao tabelamento do frete. No disponível, a saca da oleaginosa é cotada ao redor de R$ 75,00. A referência para o preço futuro do grão é de R$ 65,00 a saca.

Milho
Com o término da colheita da segunda safra, a produtividade observada nos campos ficou entre 100 a 110 sacas de milho por hectare. Alguns contratos foram realizados entre R$ 16,00 a R$ 17,00 a saca e, atualmente, a saca é cotada a R$ 22,00 na região. "Boa parte da safrinha de milho já foi negociada em Lucas do Rio Verde, temos um volume próximo de 15% para comercialização", pondera Simon.

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