Brasil

Bombeiros desmentem boato de contaminação de rejeitos por césio-137

Segundo a corporação, o descarte de material radioativo na barragem acabou há 4 anos.

Brumadinho | 01 de Fevereiro de 2019 as 21h 16min
Fonte: Planalto

Contudo, água do rio Paraopeba está imprópria para consumo - Foto: Arquivo/Agência Brasil

O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais refutou que haja contaminação por césio-137 nos rejeitos liberados com o rompimento da barragem do Córrego do Feijão em Brumadinho (MG). De acordo com a corporação, o material radioativo deixou de ser depositado na barragem há quatro anos.

"Não existe nenhum tipo de material radioativo e isso já foi atestado em relatório”, afirmou o porta-voz do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, tenente Pedro Aihara. Desta forma, o rio Paraopeba, que foi atingido pela lama, não contém esse material. Portanto, não há risco de morte pelo contato com a água.

Alerta

Contudo, as autoridades locais alertam que a população deve evitar o uso das águas do Paraopeba. Isso porque as secretarias de Estado de Saúde, de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Agricultura, Pecuária e Abastecimento atestaram que a água pode trazer prejuízos à saúde de pessoas e animais.

Por isso, o governo do estado determinou que a mineradora Vale, responsável pela barragem que se rompeu, forneça água potável à população. Além disso, as autorizações para perfuração de poços foram suspensas. Quem ingeriu ou teve contato com a água do Paraopeba e consumiu alimentos irrigados por ele e apresentou reações adversas deve procurar as unidades de saúde.

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