Associação Luverdense de Imprensa faz campanha para doação de medula óssea

O principal objetivo da campanha é aumentar o banco de doadores nacional.

22/03/2014 - 13:10:00

   

Moradores de Lucas do Rio Verde que querem se tornar doadores de medula óssea podem participar de uma campanha que será realizada no próximo sábado(29) na unidade de Saúde PSF X, no Bairro Cerrado.

A campanha é realizada pela ALI - Associação Luverdense de Imprensa em parceria com o Hemocentro de MT e a Secretaria de Saúde de Lucas do Rio Verde. O principal objetivo da campanha é aumentar o banco de doadores nacional.

Para ser doador basta ter entre 18 e 54 anos de idade, não ter doença infecciosa ou incapacitante. Durante o cadastro, é retirado de 5 a 10 ml de sangue. Este sangue passa por testes de laboratório que identificam as características genéticas que poderão influenciar no transplante.

Procedimento
Na hora de fazer o cadastro, é retirada uma pequena quantidade de sangue, que serve para identificar as características genéticas do doador. As pessoas que aceitam ser doadoras têm os dados armazenados no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome). Esse sistema cruza as informações genéticas do doador e do paciente, que necessitam de transplante. Se houver compatibilidade o doador é convocado para fazer a doação.

Tire suas dúvidas sobre a doação de medula óssea:

O que é medula óssea?
É o material encontrado no interior dos ossos, responsável pela produção dos componentes do sangue, incluindo os glóbulos brancos, agentes mais importantes do sistema de defesa do organismo.

O que é transplante de medula?
É o procedimento que inclui a coleta de células hematopoiéticas (produtoras de sangue) da medula ou do sangue de uma pessoa saudável e a sua infusão em um paciente que tem uma doença e/ou que passará por quimioterapia que afeta a medula óssea.

Quem necessita de transplante de medula?
Aqueles pacientes com doenças que afetam a produção normal de células sanguíneas, como leucemias, aplasia de medula, destruição da medula por irradiação ou por quimioterapia, etc.

Por que doar medula é importante?
Porque, para o transplante, as células têm que ser idênticas (HLA), sendo muito difícil encontrar doador compatível (com células idênticas) mesmo na própria família. No Brasil, com a mistura racial, a dificuldade é ainda maior na busca pelo doador ideal. A chance de se encontrar uma medula compatível pode chegar a uma em 100 mil ou mais. Portanto, quanto maior o número de doadores cadastrados, maior a chance de encontrarmos o doador ideal para um paciente que precisa do transplante.

O que acontece se não existe um doador compatível entre os familiares do paciente?
Procura-se um doador compatível em um banco de medula óssea nacional (REDOME). Se não for encontrado, procura-se em bancos de medula estrangeiros. Muitos brasileiros já receberam transplantes de doadores estrangeiros. Para conseguirmos doadores compatíveis para os pacientes, é necessário um grande cadastro de doadores, por isso as campanhas de doação estão sendo estimuladas.

O que é preciso para ser doador?
Ter entre 18 e 55 anos de idade, estar em bom estado de saúde e coletar uma pequena quantidade (10ml) de sangue para o exame de tipagem HLA.

E depois de feito o exame?
Após a coleta, a amostra de sangue irá para um laboratório cadastrado, que fará o exame de HLA. O resultado é enviado para o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME), não vai para o doador, porque só tem serventia para transplantes. Uma vez cadastrado, é importante manter em dia o endereço e o telefone, porque, a qualquer momento, alguém poderá precisar de sua doação.

E se meu HLA for compatível com alguém?
Uma vez detectado o doador compatível, o próximo passo é certificar-se de que se dispõe a fazer a doação. É realizada uma segunda etapa de exames, quando será verificada a compatibilidade completa. O doador, então, passa por um exame clínico para avaliar seu estado de saúde. Não há nenhuma exigência quanto à mudança de hábitos de vida ou de alimentação.

Quais os riscos para o doador?
Desde que ele passe pela avaliação clínica e esteja apto a receber a anestesia necessária à doação, os riscos são praticamente inexistentes. Não há relatos de acidentes graves devidos a este procedimento.

E o que acontece com o paciente?
Depois de um tratamento que destrói a medula doente, o receptor do transplante recebe uma transfusão contendo as células retiradas da medula do doador. Em aproximadamente 2 semanas, as células transplantadas já estão produzindo novas células sanguíneas. O receptor também recebe medicamentos para evitar rejeição e doença do enxerto contra o hospedeiro.

Quais são as fontes possíveis de células hematopoiéticas?
Podem ser usadas células da medula óssea, células-tronco sanguíneas ou células-tronco de cordão umbilical.

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