Cidades

Lucas do Rio Verde registra baixo número de chikungunya

Na contra da mão do índice estadual, está Lucas do Rio Verde que nos primeiros três meses do ano registrou nove notificações

Boletim Epidemiológico | 05 de Abril de 2018 as 17h 04min
MT Agora - Ascom

O período chuvoso, é uma época propícia a proliferação do mosquito aedes aegypti, ele que é o vetor de doenças como a dengue, febre amarela, chikungunya e zika vírus, se multiplica rapidamente com o acumulo de água e lixo. Recentemente um boletim epidemiológico apresentado Ministério da Saúde apontou o Mato Grosso com um aumento de 703% nos casos de chikungunya.

Na contra da mão do índice estadual, está Lucas do Rio Verde que nos primeiros três meses do ano registrou nove notificações e apenas um caso confirmado de febre chikungunya. Entretanto, conforme a enfermeira da vigilância sanitária epidemiológica, Keli Paludo, a cidade não está livre de um possível surto.

“Apesar do número pequeno de notificações, nossa situação não é confortável, pois não estamos livres de uma epidemia da doença, porquê se tivermos o vírus aqui, teremos uma população mais suscetível a doença. Por isso, é necessário o cuidado redobrado tanto das equipes da saúde quanto da população” explicou ela.

Em todo o Estado, já foram 4.515 notificações conforme. No período analisado, os números saltaram de 652 registros para 4.515 casos.

CUIDADOS

Assim como a dengue, é fundamental que as pessoas reforcem as medidas de eliminação dos criadouros de mosquitos nas suas casas e na vizinhança.

Água parada nas calhas, pneus, vasos e garrafas, podem virar criadouro, uma vez que a fêmea deposita os ovos e depois os distribui por diversos outros locais. A rápida reprodução, que leva aproximadamente uma semana, colabora para o aumento no número de casos. Mas medidas simples ajudam a eliminar o Aedes aegypti da sua casa.

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