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Delegado: MT deve sufocar facções e se preparar para represálias

Delegado Flávio Stringueta defende cerco à comunicação entre bandidos presos e comparsas soltos

25 de Fevereiro de 2019 as 10h 03min

Depois de um afastamento de dois anos, o delegado Flávio Stringueta está de volta à Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) da Polícia Civil. 

Neste retorno, o delegado - que está na Polícia Civil desde 2001 - diz que as prioridades do setor para 2019 são o combate às facções criminosas, aos ataques a bancos e roubos de defensivos agrícolas.

Em relação ao combate às facções, Stringueta defende uma ação para isolar as facções dentro dos presídios, tirando delas o poder de comunicação com o lado de fora.

E o delegado acredita que vale a pena o Estado correr o risco de sofrer atentados como os que ocorreram recentemente no Ceará, quando facções ordenaram atos de violência em represália a um discurso de maior controle.

"É um risco calculado. Nós podemos saber hoje quais serão os ataques, quais serão as conseqüências que isso causará para a sociedade e os riscos que terão que ser suportados pelo Estado. Tudo isso é calculado", disse, em entrevista ao MidiaNews.

"O que a gente vê hoje é que um criminoso, quando vai para dentro do presídio, a sociedade deveria esperar que ele pelo menos parasse de praticar crimes. E isso não vem acontecendo por conta dos aparelhos celulares lá dentro", afirmou o delegado.

Na entrevista, Sringueta ainda falou sobre a investigação do caso que se tornou conhecido no Estado como a "Grampolândia", em que centenas de pessoas tiveram seus telefones interceptados ilegalmente, bem como o escalonamento salarial e a estrutura da GCCO atualmente.

Confira os principais trechos da entrevista cedidas ao Mídia News:

O senhor está de volta à GCCO depois de dois anos. Como está a estrutura da gerência atualmente?

Flávio Stringueta – Durante esse período em que fiquei afastado, quem assumiu aqui foi o doutor Diogo Santana e ele já trabalhava comigo antes. Eu até dizia na época que ele tinha que se preparar para me substituir. E tenho convicção de que ele se preparou muito melhor do que eu esperava, desempenhou a função de forma que veio a melhorar a gerência, melhorar o Núcleo de Inteligência. Em janeiro eu recebi a GCCO, tenho certeza, melhor do que quando eu a deixei.

A estrutura hoje está pronta para atender as expectativas do Governo, da Diretoria da Polícia Civil e da sociedade.

Qual é a importância da GCCO tem uma importância fundamental no combate à criminalidade em razão da força das organizações criminosas, não é?

Flávio Stringueta  Ela é uma unidade especializada, que tem as atribuições específicas. E além das atribuições previstas em lei, ela também tem uma função de apoio ao Governo, de apoio às necessidades do Estado. De modo que, quando o secretário manda alguma unidade [a alguma ação], em regra é a GCCO.

Os investimentos aumentaram ou diminuíram durante o período em que o senhor esteve fora?

Flávio Stringueta  A estrutura melhorou, nós tivemos uma implementação no Núcleo de Inteligência. O que ainda não está definido no atual Governo é com relação às viaturas, que do ano passado para cá diminuíram, mas acreditamos que isso é momentâneo. Nós não estamos com problemas de viatura, apenas o número é menor do que no ano passado. Mas o que nós temos atende às necessidades da unidade e às demandas que poderão vir.

Essa redução é por causa da falta de pagamento?

Flávio Stringueta – Eu não conheço a fundo o problema, mas acredito que é uma adequação do Governo com relação aos contratos anteriores, que logo vai ser sanado. 

Imagino que, como um setor especializado, vocês devam ter um planejamento. Qual o foco da GCCO para 2019?

Flávio Stringueta  Nós temos três linhas principais de atuação, que vamos intensificar. Uma delas é o combate aos crimes contra defensivos agrícolas, que atingem o agronegócio de maneira direta e a economia estatal. É muito grande o prejuízo que isso causa, além da instabilidade no campo, porque os ataques nas fazendas estão acontecendo de forma cada vez mais agressiva. Os agricultores e proprietários não trabalham tranquilamente, e isso pode até encarecer a mão de obra. Tudo isso gera impacto nas finanças estatais.

Outro foco são as facções criminosas, que atuam dentro de presídios. Vamos atuar de uma forma que elas não aumentem a sua estrutura e vamos tentar diminuir a ponto de zerar. Não é admissível que tenhamos organizações criminosas atuando dentro de presídios, utilizando celulares, e a sociedade à mercê de crimes praticados por elas lá de dentro.

E também estamos com foco nos ataques às instituições financeiras. Esses são os três carros-chefes da Gerência. Não podemos deixar que o “Novo Cangaço” retorne. E queremos diminuir o que tivemos de aumento nos últimos anos com relações a ataques a caixas eletrônicos.

O que também tem acontecido bastante é a chamada intrusão nas agências. As quadrilhas entram dentro dos bancos para roubar e ficam lá a noite inteira. Essa prática tem se tornado comum?

Flávio Stringueta  Esse tipo de crime é mais especializado. Então, demanda um conhecimento maior das quadrilhas dos bancos. Os ataques a quadrilhas que praticam crimes dessa natureza realmente terão que ser intensificados, porque são as que levam maiores quantidades de dinheiro das agências.

Os ataques aos caixas [eletrônicos], embora sejam mais pirotécnicos, trazem mais impactos visuais à sociedade, mas trazem menos benefícios para a quadrilha. Pelo levantamento que fizemos, em torno de 90% dos ataques ocorridos no ano passado e no anterior, os ladrões não conseguiram retirar dinheiro dos caixas. Isso é algo que tem que ser comemorado, mas também continuar sendo combatido.

Outra tática comum são os falsos depósitos e a consequente explosão dos caixas-eletrônicos. Assim os bandidos exigem do banco a compensação de um valor que não existe.

Flávio Stringueta  Isso é uma prática muito antiga. Eu assumi aqui em maio de 2011 e  já existia essa prática. O que essas quadrilhas não percebem é que isso ajuda a Polícia a identificar os criminosos. E a gente tem agido também em cima disso. Vimos muitos depósitos feitos em várias contas, pelo mesmo depositante, ou um padrão que se segue e isso leva à identificação dos criminosos.

Ano passado houve muitas operações contra facções criminosas, mas ainda assim o Comando Vermelho continua bastante influente no Estado. Por que as autoridades não conseguem acabar de vez com essas facções?

Flávio Stringueta  Basicamente, o que ajuda as facções a se fortalecerem é o acesso a uma comunicação rápida. Se nós conseguirmos combater isso - o acesso a celulares e qualquer outro meio de comunicação dentro dos presídios - a tendência é minar também a manutenção das organizações e até mesmo diminuir. As ordens - quando são passadas de forma direta aos criminosos de fora e o controle pelos cabeças dessas facções de dentro do presídio - ajudam-nas a se manter e a crescer.

Os "cabeças" das facções então estão todos dentro dos presídios?

Flávio Stringueta  Os principais líderes sim! Existem alguns que saem e continuam comandando do lado de fora. Mas os principais são todos conhecidos, cadastrados nos nossos bancos de dados e todos estão tendo suas penas aumentadas em cada ataque que acontece do lado de fora. Tivemos uma situação de uma invasão a uma residência de um agente penitenciário, há uns 20 dias, e os líderes das facções foram identificados, entrevistados... E após isso, no dia seguinte, devolveram os objetos furtados de dentro da casa do agente, jogaram de volta no quintal dele. E eles vão responder por esse ataque, por esse ato de ameaça ao agente prisional e o crime de furto.

Por que o Governo não consegue impedir essa comunicação? Acha que está faltando vontade política?

Flávio Stringueta  O dinheiro eu não creio que seja o principal problema. O que muitas vezes é analisada pelos setores de segurança governamentais é a consequência que isso traz para a sociedade. As facções ameaçam colocar fogo em ônibus, atacar a sociedade civil, as instituições públicas caso eles tenham privilégios retirados. Eu acredito que o prejuízo social é muito menor, em havendo essa retaliação dos criminosos, do que já existe hoje. Porque há um sem-número de golpes já aplicados por criminosos não só de facções, mas de todas as ordens dos presídios, causando um prejuízo social. E isso é mais grave do que se tivermos uma onda de vandalismo durante 15 ou 20 dias, o que pode ser previsto e controlado pelo Estado, com uma atuação intensa das forças nesse período.

Então há um acordo implícito entre Estado e facções? Ou seja: nós não mexemos em suas regalias e vocês não atacam a sociedade?

Flávio Stringueta  Pode ter havido no passado algo nesse sentido. No atual Governo, pelas reuniões que já participei, não tem isso. Posso garantir que se houver condições de impedir o acesso aos celulares ou a transmissão de sinais de celulares, isso vai ser feito e vamos combater o crime diretamente.

Então vai fechar o cerco ainda mais aqui dentro de Mato Grosso?

Flávio Stringueta  Com certeza! Essa é uma nova visão do novo secretário [Alexandre Bustamante] e tem o total apoio nosso.

O senhor foi um dos delegados que investigaram parte do caso de um esquema de grampos no Estado, antes de os autos serem encaminhados para o Superior Tribunal de Justiça. Em que pé estava aquela investigação?

Flávio Stringueta  As investigações tiveram uma ramificação. Houve pelo menos sete inquéritos instaurados. O que estava prestes a ser desvendado, e a terminar, era a investigação que gerou a Operação Esdras, aquela em que foi descoberto um plano para filmar o desembargador [Orlando Perri] e tentar uma suspeição dele. Aquela investigação estava prestes a terminar quando os inquéritos foram para o STJ.

Com o fim do foro especial do ex-governador e o caso voltando para Mato Grosso, o senhor volta novamente a investigá-lo?

Flávio Stringueta  Não! Provavelmente não serei mais eu nem a doutora Ana Cristina Feldner, por conta dos embates que tivemos com os investigados. Teve uma situação minha com um dos investigados [ex-secretário Rogers Jarbas, que o teria ameaçado] no supermercado Big Lar, que eu até acredito que pode ter havido uma intenção do próprio investigado em causar a nossa suspeição. E isso acabou realmente causando.

Ele entrou na Justiça pedindo sua suspeição?

Flávio Stringueta  Não. O que a gente quer evitar é que a investigação sofra alguma anulação. E, para evitar isso, é bom que quem investigue não tenha nenhum tipo de demonstração de intenção. Tenho certeza que eu levaria com a maior isenção qualquer investigação com qualquer pessoa. Para se ter uma ideia, eu atuei quase nove anos no interior, e lá você investiga até amigo seu. E você tem que saber isentar tanto amigo como inimigo.

Eu não preciso ser amigo ou inimigo de quem eu investigo para fazer um bom trabalho. Mas para evitar que no futuro tenha alguma nulidade e prejudique a investigação, a Polícia Civil provavelmente vai tentar colocar uma pessoa que não tenha nenhum vínculo com nenhum dos investigados. 

No caso que aconteceu no supermercado Big Lar, o senhor chegou a ir na Corregedoria contra o ex-secretário?

Flávio Stringueta  Sim. Mas pelo que fiquei sabendo, foi encaminhado para o STJ e está entre os procedimentos que devem voltar para a Polícia Civil.

Sobre as investigações da Operação Esdras, vocês sofreram algum tipo de pressão velada, escancarada? Como foi os bastidores dessa investigação?

Flávio Stringueta  Não sofremos, tivemos o apoio irrestrito da Polícia Civil. Tudo o que nós precisamos de estrutura, tanto de policiais, equipamentos, a Diretoria - através do doutor Fernando Vasco [ex-diretor geral] - nos deu. O desembargador Orlando Perri também nos forneceu aquilo que a gente precisava e não havia como ter algum tipo de pressão. O que aconteceu foi uma tentativa da defesa de influenciar no processo investigativo, assim como em qualquer outro processo. 

Neste mês, o ministro da Justiça Sérgio Moro enviou uma série de projetos ao Congresso para combater o crime organizado e corrupção. O que achou das propostas?

Flávio Stringueta  Vi alguns avanços em todos os setores. Vamos comemorar se tudo aquilo for aprovado. Teríamos facilitações para alguns métodos. Por exemplo: o trabalho infiltrado e uma previsão da atuação policial em situações de risco, no caso da legítima defesa, o que algumas pessoas estão dizendo que é licença para matar. Mas eu acho que apenas é o pessoal querendo tornar o negócio mais feio do que ele é. Acho que isso é dar condições da pessoa se defender e ter uma previsão para ela, de que vai ser amparada pela lei. Não é que ela pode atuar de forma ativa numa situação e ser considerada legítima defesa. A legítima defesa é sempre uma reação a uma ação injusta, um ataque injusto. E se isso não houver não adianta que a pessoa tenha atirado, tenha permissão para isso, tem vários parâmetros para que isso aconteça. Isso falando somente de dois pontos, mas todos os outros pontos que vi são importantes.

Nessa questão do agente infiltrado, como ficará se o projeto for aprovado?

Flávio Stringueta  Já existe essa previsão do agente infiltrado. O que acontece é que ele precisa atualmente de autorização judicial. E o que a gente tem de dificuldade é achar policiais com perfil para isso. Hoje a gente vê em filmes americanos a infiltração de policiais, e você percebe que a pessoa, para fazer isso, tem que abrir mão de toda a sua vida particular. O policial, para fazer isso, não pode ter apego à família, não pode ter apego a emprego, namorada, esposas, filhos... Não pode ter nada, além do risco que ele corre. Eu não acredito que teríamos infiltrações do tipo que a gente assiste em filmes. Nós vamos ter infiltrações pontuais, situações que você precise de uma pessoa em determinado local, e você terá uma nova identidade, novas qualificações para atuar. E ali eu vi que a lei já melhora o que existe.

O senhor avalia que, com todo esse novo aparato legislativo, a vida do bandido vai ficar mais difícil no Brasil a partir de agora?

Flávio Stringueta – Com certeza! Pelo que a gente tem visto nos últimos 10 anos, muitas leis têm tornado a vida dos criminosos mais difícil. E nessa daqui, principalmente, o que a gente tem que ver é que ela promove um ataque a um dos crimes mais lesáveis à sociedade, que é a corrupção. A corrupção mata muito mais do que todas as facções criminosas juntas. Mata como? Tirando recursos da Saúde, da Segurança Pública, da Previdência e de tudo mais. Há pessoas morrendo em rodovias porque o dinheiro que era para chegar lá é desviado. A gente já teve leis anteriores que ajudaram nas investigações. E a prova disso é a Operação Lava Jato. Agora, com a nova proposta do ministro Sérgio Moro, vai melhorar ainda mais.

A GCCO não atua contra crimes de corrupção?

Flávio Stringueta  Qualquer organização de quatro pessoas ou mais e [e que comete] um crime acima de uma determinada pena é um crime organizado. Então há crime organizado de diversas ordens. O que há aqui no nosso Estado é que a Delegacia Fazendária atua também com crime organizado, mas referente a situações administrativas, como corrupção ativa e passiva, praticada por pessoas ligadas ao Governo, entre outros. Já a Delegacia de Entorpecentes atua contra o crime organizado ligado a área de entorpecentes. A DHPP a mesma coisa; veículos também. O que acaba ficando para a GCCO é realmente as facções criminosas. E há muitas vezes o choque de facções estarem atuando com entorpecentes. Nós trabalhamos em conjunto para usar o conhecimento dessas unidades para fazermos um bom trabalho. A única situação que diverge é a Delegacia Fazendária, que há uma complexidade muito grande nos crimes ali investigados. E a investigação é muito peculiar, e aí nós não trabalhamos nesses crimes.

A corrupção então é mais danosa do que a ação das facções criminosas?

Flávio Stringueta  Não tenho a menor dúvida disso. São crimes que a gente chama de “lesa-pátria”. Se você desviar recursos públicos, você lesa aquilo que mantém o Estado, e o Estado precisa do dinheiro da arrecadação para se manter. Então se você atenta uma coisa dessas contra o Estado, atenta contra a existência do Estado.

Por exemplo, um crime, que de certa forma não é muito grave, mas lesa a pátria, é a sonegação fiscal. Você deixar de pagar aquilo que o Estado precisa é mais prejudicial do que, muitas vezes, um crime cometido pela facção.

Essa parte do dinheiro que não foi disponibilizada para o lado certo gera um dano colateral muito maior que um homicídio. Imagine o setor de saúde pública: quantas pessoas deixam de ser internadas, deixam de receber o tratamento adequado, que morrem em filas de hospitais, por conta do desvio de dinheiro? 

Voltando às facções, pelo raciocínio do senhor, é melhor correr o risco de sofrer ataques, como os que ocorreram no Ceará recentemente, e acabar com as facções do que permitir a manutenção de suas ações?

Flávio Stringueta  Exatamente! É um risco calculado. Nós podemos saber hoje quais serão os ataques, quais serão as conseqüências que isso causará para a sociedade, e os riscos que terão que ser suportados pelo Estado. Tudo isso é calculado.

O que a gente vê hoje é que um criminoso, quando vai para dentro do presídio, a sociedade deveria esperar que ele pelo menos parasse de praticar crimes. E isso não vem acontecendo por conta dos aparelhos celulares lá dentro. E aí acontece um sem-número de golpes e isso causa prejuízos muitas vezes muito grande para a vítima. Talvez as pessoas não saibam a quantidade de crimes que a gente recebe diariamente relacionado a isso. E o que vai acontecer com esse bloqueio da comunicação é uma consequência muito menor do que tem acontecido diariamente, semanalmente e mensalmente com a sociedade.

Mesmo esses possíveis ataques seriam coisas pontuais?

Flávio Stringueta  Sim. Ninguém tem fôlego para isso por muito tempo. Até porque tudo o que acontecer aqui fora vai ser atribuído para as lideranças. E eles vão ser encaminhados para presídios federais. E qualquer facção e organização acéfala não dura. Ela precisa de uma cabeça. E se você mina essa cabeça, isso se perde logo.

E o que falta para essa saturação acontecer logo?

Flávio Stringueta  Nós teríamos que ter, inicialmente, bloqueadores de sinal. O que eu fico sabendo com relação a isso é que, como os presídios estão em áreas urbanas, isso pode afetar a sociedade em volta. Então tem que pensar em alguma outra alternativa. Ou como foi feito la no Ceará, que foram retiradas as tomadas de carregadores que chegam ao presídio. Mas já me falaram que existem os carregadores via solar. Então vai ter que ser atacando em vários pontos.

O Governo do Estado está escalonando os salários dos servidores. Como está o ânimo na Polícia Civil? Há risco de greve?

Flávio Stringueta  – Essas unidades como as nossas, especializadas, não podem se dar ao direito de parar de atuar. A GCCO, em qualquer situação, não vai parar por conta desses problemas. 


Fonte: Mídia News

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