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Sorriso perde 403 vagas na Construção Civil em 2016; Lucas ganha 215 e Sinop ganha 122

A construção civil era uma das áreas que até então estava em expansão e com a crise foi uma das classes mais afetadas.

11 de Agosto de 2016 as 11h 58min

A crise econômica  que o Brasil passa neste momento tem atingido praticamente  todas as classes sociais, mais precisamente   a classe trabalhadora, os assalariados. A construção civil era  uma das áreas que até então estava em expansão e com a crise   foi uma das classes  mais  afetadas.

A reportagem buscou dados e fez um comparativo entre as  três principais cidades do eixo da BR 163:  Sorriso, Lucas do Rio Verde e Sinop, onde verificou o quesito geração de emprego formal no setor da construção civil, números oficiais e disponibilizados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, onde em todos os meses são divulgados  relatórios sobre os  empregos formais dos principais municípios brasileiros.

Mesmo nós estando em uma região onde se predomina a exploração econômica com a base no agronegócio, sendo Sorriso a Capital Nacional do Agronegócio e  que em tese seria um dos setores que ainda não teria sido afetado  com a crise, devido a forte demanda por alimentos, vemos números oficiais nos mostrando o contrário.

Ao buscarmos dados do setor da construção civil e compararmos os três municípios acima citados, é possível verificar que Sorriso foi o município que mais fechou vagas de trabalho neste ramo, onde em anos passados(2014/15), tinha-se dificuldades em fechar grupos de trabalhos, devido a escassez principalmente de pedreiros, agora esta área esta  em baixa, sobrando mão de obra, ao contrario dos dois  outros municípios analisados.

Em 2016 no município de Sorriso foram efetivados 655 contratações e 1058 demissões na construção civil, gerando a extinção de 403 vagas de trabalho formal. Já em Lucas do Rio Verde, neste mesmo ano foi contratado 918 e demitido 703, gerando um saldo positivo 215 vagas. Em Sinop, cidade  que possui  uma população bem acima dos demais  municípios analisados, houve a geração 122 vagas de trabalho na construção civil neste mesmo ano, sendo contratado 957 pessoas e demitido 835.

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