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Piloto que sobreviveu a queda de avião em MT já passou por 8 cirurgias plásticas

Maicon Semencio Esteves, de 27 anos, está internado na UTI. Ele foi submetido a cirurgias nas mãos, rosto e tórax, para a remoção de tecidos queimados durante o acidente.

Internado Na UTI | 19 de Novembro de 2018 as 14h 54min
Fonte: TV Centro América

Maicon se recupera em UTI de hospital — Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução

O piloto Maicon Semencio Esteves, de 27 anos, que sobreviveu a uma queda de avião, em Peixoto de Azevedo, a 692 km de Cuiabá, no dia 4 deste mês, continua internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular, em Sorriso, a 420 km de Cuiabá.

O boletim médico divulgado nesta segunda-feira (19) pelo hospital diz que Maicon já passou por oito cirurgias plásticas nas mãos, rosto e tórax, para a remoção de tecidos queimados durante o acidente. Houve um incêndio no avião após a queda.

Ainda de acordo com o boletim médico, não há previsão de alta da UTI.

O irmão que estava em Sorriso acompanhando o piloto foi embora para o Paraná e agora ele está sendo acompanhado pela mãe.

O acidente

Maicon estava sozinho e comandava um avião, modelo Neiva EMB-201, matrícula PT-GSH. Saiu de Porto Nacional (TO) para fazer um translado até Alta Floresta, a 800 km de Cuiabá, quando sofreu o acidente.

Os destroços do avião foram encontrados por trabalhadores de uma fazenda próxima ao local do acidente, no entanto, não havia sinal do piloto.

Maicon saiu de Porto Nacional em direção a Confresa, a 1.160 km de Cuiabá, onde faria uma parada para abastecer.

De lá, seguiria para Matupá, a 696 km da capital, novamente para fazer um segundo abastecimento, e iria para Alta Floresta.

Resgate

O piloto foi encontrado próximo a um rio, bastante debilitado, e levado de ambulância para Peixoto de Azevedo. Ele teria andado 2 km do local da queda do acidente até onde foi localizado.

Segundo um fazendeiro que ajudou nas buscas, o piloto conseguiu chegar em uma região com água, mas não conseguiu ingerir o líquido por estar muito debilitado.

Um grupo de 15 voluntários, três bombeiros e oito policiais militares estavam na região e tentavam localizar o piloto. A área é de aproximadamente 6 mil hectares de mata fechada.

Maicon mora em Primeiro de Maio, cidade do Paraná, e trabalha com aviação agrícola.

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