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''Crimes de ódio'' religioso atingem mais cristãos que muçulmanos

Cristofobia é maior que Islamofobia na Europa

Cristofobia | 21 de Novembro de 2017 as 00h 13min
MT Agora - Gospel Prime

A ODIHR (Escritório para as Instituições Democráticas e os Direitos Humanos), ligada à OSCE (Organização para a Segurança e Cooperação em Europa) surpreendeu a muitos após a publicação de seu relatório anual sobre os chamados “crimes de ódio”.

O material, divulgado dia 16 de novembro, compila os dados reportados por 125 entidades da sociedade civil e as organizações internacionais, em 2016.

O levantamento foi realizado em todos os países participantes, que além de toda Europa inclui nações da Ásia ocidental, Estados Unidos e Canadá.

Para marcar o Dia Internacional da Tolerância, o estudo completo foi disponibilizado na página da OSCE.

Embora haja uma crescente campanha na mídia sobre o crescimento da islamofobia, os números comprovam que os “crimes de ódio” religioso na verdade possuem um perfil mais cristofóbico, ainda que esse assunto dificilmente seja abordado pela mídia ocidental.

No quesito “ataques violentos”, que é o aspecto mais evidente da manifestação desses ‘crimes de ódio’, há virtualmente um empate entre cristãos (106) e muçulmanos (107). Os islâmicos receberam mais ameaças (79 a 34). É no número de “danos à propriedade” que se fica mais evidente a onda de violência, pois reúne vandalismo e destruição de símbolos sagrados e locais de culto. Foram 369 contra cristãos e 185 contra muçulmanos.

A pesquisa da OSCE é bastante extensiva e inclui não apenas a questão religiosa. Ela analisou também o número de crimes de ódio contra ciganos, LGBTs, pessoas com deficiência e xenofobia.

Entre todos os aspectos analisados, são os judeus as maiores vítimas pois são perseguidos não apenas pela sua religião, mas também por questões culturais e étnicas.

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