Política

''Lucas do Rio Verde vive momento político ímpar'', avalia sociólogo

Segundo o entendimento de diversos analistas e lideranças procuradas pelo Portal da Cidade, as eleições de outubro estão se mostrando as mais importantes.

Eleições 2018 | 10 de Agosto de 2018 as 15h 26min
Fonte: José Boas | Portal Da Cidade

Para o cientista, um município que tem pretensões de se consolidar como referência social e econômica, não pode abrir mão de ter representantes no maior número de instâncias de poder possível

Segundo o entendimento de diversos analistas e lideranças procuradas pelo Portal da Cidade, as eleições de outubro próximo estão se mostrando as mais importantes para as pretensões de Lucas do Rio Verde em se firmar como centro de referência política no meio-norte de Mato Grosso.

Para este grupo, a partir de sua emancipação político-administrativa, há trinta anos, o município vem abrindo espaço dentro do cenário estadual e ganhando relevância, tanto na indicação de representantes quanto na formação de um contingente de lideranças capazes de influenciar os processos decisórios mais importantes para a economia e sociedade mato-grossense.

Neste ponto, indicam quase que por unanimidade, Lucas do Rio Verde vive uma espécie de ápice potencial nestas eleições, pois concentra em si forças de representação política com reais chances de vitória em praticamente todas os espaços possíveis.

“Em uma das chapas há Otaviano Pivetta, empresário e ex-prefeito, disputando o cargo de vice-governador; junto com ele vem Carlos Fávaro, ex-vice-governador, com boas chances de conquistar uma cadeira no Senado da República e também Paulo Nunes, outro ex-prefeito e com vasta experiência no corpo administrativo estadual, que concorre ao cargo de Deputado Estadual. Em outra chapa há o forte nome de Neri Geller, ex-ministro da Agricultura, que conta com o apoio de um bom número de empresários do agronegócio dentro e fora de Mato Grosso com pretensões de regressar à Câmara Federal; aliado ao atual governador há Sílvio Fávero, advogado e atual vice-prefeito, que também se mostrou um grande puxador de votos nas últimas eleições [...] além de outros nomes relevantes que podem surpreender”, contextualizou o sociólogo Sonir Boaskevicz.

Em sua avaliação, olhando para uma perspectiva pós-eleitoral, a eleição de lideranças locais e regionais precisam ser encaradas sob duas formas distintas, mas complementares: a primeira é a de que Lucas do Rio Verde vem fortalecendo seu destaque como espaço político e econômico na região e em Mato Grosso, não podendo mais ser ignorada dentro do âmbito das discussões  e estratégias mais importantes, e; em segundo lugar, a conquista um locus próprio dentro das esferas de debates e tomadas de decisão fundamental passa a assegurar – a partir daí – que seus interesses futuros de investimentos e desenvolvimento encontrem canais mais facilitados em âmbito estadual e federal.

“Temos que ter em mente que a relevância de um grupo, uma entidade, uma cidade ou um país, passa obrigatoriamente pelo âmbito das discussões políticas e suas instâncias oficiais. Quanto mais representantes um município tiver dentro destes nichos, maiores serão suas chances de garantir recursos e poder de decisão no futuro. Havendo coordenação e entrosamento entre os atores deste processo, as possibilidades de prolongar esta influência aumentam ainda mais. Lucas do Rio Verde vive este momento agora”, conclui.

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