Política

Pivetta diz que não ocupará vaga no primeiro escalão de Pedro Taques

Prefeito de Lucas do Rio Verde será o responsável pela transição com o governo Silval e diz que não vai interferir na escolha do staff principal do governador eleito

Papel Importante | 10 de Outubro de 2014 as 06h 59min
MT Agora - Expresso MT

Cotado para ocupar uma das secretarias do governador eleito, Pedro Taques, o prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta, negou a possibilidade. Pivetta conversou com a imprensa agora pela manhã e falou sobre o resultado das eleições e as perspectivas para o futuro de Mato Grosso. O gestor luverdense ocupou a coordenação geral da campanha de Taques e foi escolhido para fazer a transição de governo.
 
Pivetta assinalou que a eleição do pedetista ao governo era um sonho antigo, que começou quando ocupou uma das vagas na Assembleia Legislativa. “Eu fui um deputado frustrado, lá dentro me isolaram e naquela epoca comecei a sonhar em como fazer Mato Grosso sair dessa redoma que os políticos associados faziam do Estado o que queriam, sem pensar na sociedade”, explicou. Na época, Pivetta começou o trabalho de estruturação do PDT, fazendo o convite para Taques que acabou eleito senador em seguida. “Meu foco era que o PDT elegesse um governador que tivesse para fazer as mudanças que o Estado precisa”, apontou. “Pra mim, o sonho está se realizando”. Entre os motivos apontados por Pivetta para não assumir uma das secretarias é o compromisso assumido em campanha, quando foi eleito em 2012. 
 
Sobre a indicação de luverdenses para ocupar cargos de confiança, Pivetta afirmou que caberá ao governador eleito a tomada de decisões. Ele deixou claro que vai colaborar como coordenador da equipe de transição, para ficar à vontade como gestor de Lucas do Rio Verde, buscando o que é de melhor para a sociedade local. “A nomeação de cargos de confiança é de expressa vontade do governador eleito, eu não vou indicar”, declarou.
 
O grupo de trabalho para a transição será instalado nesta sexta-feira para começar a atuar a partir da próxima semana, fazendo o diagnóstico da máquina administrativa. Esse levantamento vai apurar os contratos de terceirização de serviços, locação de imóveis e a quantidade de cargos comissionados existente no atual governo. Mas há intenção do futuro governo em enxugar a máquina, reduzindo o número de secretarias. Atualmente, são 23 pastas e a ideia é trabalhar com 16. “Vai haver um enxugamento importante, economia importante. Queremos fazer economia e melhorar o serviço”, destaca Pivetta, acrescentando que a proposta é fazer com que servidores de carreira assumam as funções principais nas secretarias, evitando nomeação de políticos, permitindo que partidos ocupem as secretarias. 

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