Política

Prefeitura de Lucas do Rio Verde rebate acusações de ex-prefeito e vice governador eleito

A escola estadual Tarsila do Amaral, com projeto definido e apresentado pelo Estado contém um bloco educacional com 16 salas de aula, cozinha e refeitório, laboratórios de informática, física e química, banheiros, salas administrativas, biblioteca,

Posicionamento | 02 de Novembro de 2018 as 11h 14min
Fonte: Só Notícias

A prefeitura de Lucas do Rio Verde divulgou nota, rebatendo as acusações do ex-prefeito e vice-governador eleito Otaviano Pivetta, que acusa suposto superfaturamento em obras. Em postagem em rede social, ontem, Pivetta diz que “depois do banheiro super faturado de R$ 500 mil, foram agora fazer uma tentativa de assalto nas verbas da educação, R$ 7.111 milhões em 16 salas.
Alguém precisa fazer alguma coisa, cadê os fiscais ? Se onde se enxerga está assim, imaginem onde não se vê…”, disparou.

A prefeitura se defende apontando que o convênio para a construção da escola estadual Tarsila do Amaral “foi firmado convênio entre o governo do Estado de Mato Grosso e o município”, ano passado, com a “prefeitura fazendo a doação de um terreno, medindo 13.438,04 m², no Loteamento Dalmaso, bairro Bandeirantes”. “O projeto da escola, com a definição de área construída (4.392,53 m²), número de salas e demais equipamentos, e valor da obra, inclusive com tabela orçamentária, com referência na Tabela Sinapi, foram definidos pelo próprio governo do Estado de Mato Grosso; os recursos para pagamento são provenientes do Estado (R$ 8.349.235,76) com contrapartida do município (R$ 350 mil)”.

A assessoria do executivo esclarece ainda que “o processo licitatório realizado pela prefeitura” em janeiro deste ano, “com aprovação do Governo do Estado, contou com a participação de cinco empresas, as quais foram devidamente habilitadas, sendo a empresa HFC Construtora foi a vencedora do certame com o valor definido para contratação da obra em R$ 7.111.877,91; “com pagamento definido por cronograma de execução cadastrado no SIGCON, a primeira parcela deveria ter sido paga pelo Governo do Estado de Mato Grosso em agosto de 2017, fato que até hoje não ocorreu; não sendo executada parte do pagamento, a empresa HFC Construtora solicitou paralisação da obra, aguardando repasse dos recursos do Governo Estadual”.

Ainda de acordo com a prefeitura, a escola estadual Tarsila do Amaral, com projeto definido e apresentado pelo Estado contém um bloco educacional com 16 salas de aula, cozinha e refeitório, laboratórios de informática, física e química, banheiros, salas administrativas, biblioteca, quadra poliesportiva com arquibancadas e vestiários, playground, estacionamento, pátio coberto, canteiros e calçadas. A gestão Luiz Binotti acredita que, por ser uma obra necessária e de responsabilidade do Governo do Estado de Mato Grosso, a nova Administração Estadual dê continuidade à construção da Escola Estadual Tarsila do Amaral, que prevê beneficiar aproximadamente mil alunos”, conclui.

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