Política

Presidente da Câmara Mano discute RGA com representantes dos sindicatos dos servidores

Os servidores não aceitam a proposta apresentada pelo Executivo, 3.3% e R$ 240 de vale-alimentação. O Sinserpm solicita 8% e Sintep no mínimo 6.81%

RGA | 21 de Maio de 2018 as 16h 52min
MT Agora - Marcello Paulino | Ascom

O presidente do Legislativo de Lucas do Rio Verde, vereador Mano (Jiloir Pelicioli – PDT), se reuniu na manhã desta segunda-feira (21), com os representantes dos sindicatos dos servidores públicos municipais.

O objetivo do encontro foi ouvir os representantes dos servidores (educação e geral) e tentar elaborar uma nova proposta de Recomposição Geral Anual (RGA) para ser encaminhada ao prefeito Luiz Binotti.

Segundo o presidente da Câmara, vereador Mano, os projetos de lei, n. 53/18 e 55/18, que tratam do RGA e do vale-alimentação dos servidores não foram pautados para a sessão desta noite (21).

“Na sessão passada, reprovamos o pedido de regime de urgência porque entendemos que precisamos discutir com a categoria e prefeitura e chegar a um valor que atenda às necessidades dos servidores.”

A proposta apresentada pelo Poder Executivo é o índice de 3.3% para todos os servidores públicos e 9,01% de reajuste do vale-alimentação, que aumentaria de R$ 220 para R$ 240.

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Lucas do Rio Verde (Sinserpm), em ofício protocolado no Legislativo, solicitou 8% sobre os salários e vale-alimentação no valor de R$ 280.

No caso dos profissionais da educação, a presidente do Sintep/MT, subsede de Lucas do Rio Verde, Tânia Jorra, ressaltou que a categoria solicita no mínimo a aplicação do índice nacional do piso do magistério, 6,81%.

“Nós já nos reunimos com o Executivo, eles nos mostraram os números, mas nós queremos aquilo que está na lei. Protocolamos ofício solicitando 10%, mas o mínimo que vamos aceitar é o índice do piso.”

Uma das propostas apresentadas durante a reunião, foi o parcelamento de um novo índice, com o pagamento finalizado até dezembro de 2018.

Segundo o presidente Mano, o parcelamento só será possível se a prefeito fizer os cortes necessários, para que a gestão tenha os recursos para cumprir com o acordo.

“Todos sabem do inchaço da folha de pagamento. Houve um aumento de 20% de um ano para o outro. Se não cortar, não teremos condições de melhorar os salários dos servidores e nem recursos para investir no município.”

Na próxima quarta-feira (23), os servidores da educação, que já estão em estado de greve, farão uma paralisação geral. Os servidores municipais se reunirão nesta terça-feira (22), às 17h15, na Câmara de Vereadores.

A assembleia irá definir o posicionamento da categoria diante da proposta apresentada até o momento pelo Poder Executivo.

Também participaram da reunião, o vereador Fernando Pael, a presidente do Sinserpm, Karime Souto, a vice-presidente Lucy Maria de Araújo, a 1ª secretária Valdirene Dal Ponte e o assessor jurídico Rafael Machado.

Do Sintep participaram também, as servidoras Geane Ribeiro Costa e Ana Lúcia de Sousa.

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