Estado POLÍTICA E PODER
De Lucas do Rio Verde para o comando de Mato Grosso: A posse de Pivetta prova que o modelo luverdense de gestão venceu
Com a renúncia de Mauro Mendes para alçar novos voos políticos, o ex-prefeito assume o governo em um ano atípico de eleições e Copa do Mundo com a missão de manter a máquina girando sob a ótica do “lucro social”
31/03/2026 21h32
Por: Redação Fonte: Robson Alex - MT Agora
Foto: Ascom Prefeitura/Olga Kunze

A política de Mato Grosso acaba de passar por uma virada de chave histórica. O epicentro dessa transformação tem nome e CEP: Lucas do Rio Verde. A posse de Otaviano Pivetta como governador do Estado, oficializada nesta terça-feira (31) na Assembleia Legislativa, marca o início de um novo e desafiador capítulo. Mauro Mendes deixou o cargo motivado por decisões políticas e pessoais, abrindo caminho para que o seu vice assumisse, por direito e sucessão constitucional, o comando do Palácio Paiaguás.

Essa transição não é apenas um rito burocrático. É a coroação definitiva de um modelo de gestão pública que nasceu, foi testado e deu provas incontestáveis de sucesso no solo luverdense.

O Desafio de um Ano Atípico
Assumir a cadeira principal do Executivo estadual nunca é uma tarefa simples. O cenário atual, no entanto, eleva o nível de dificuldade ao extremo. Estamos em 2026. Este é um ano completamente atípico, marcado pela efervescência das eleições gerais e pela paralisação natural que uma Copa do Mundo impõe ao país.

Historicamente, a máquina pública tende a desacelerar ou se perder em meio ao caos de calendários apertados e disputas de palanques eleitorais. O grande desafio de Pivetta é justamente blindar o estado contra essa inércia política e fazer a engrenagem continuar girando. As obras não podem parar, os investimentos precisam fluir e os serviços essenciais devem chegar ao cidadão mato-grossense sem qualquer interrupção.

Experiência e a Forja Luverdense
Se o desafio imposto pelo calendário é gigante, a escolha do comandante traz um alívio imediato ao setor produtivo e à sociedade. Pivetta não caiu de paraquedas no cargo. Como vice-governador atuante nos últimos anos e ex-prefeito de Lucas do Rio Verde por três mandatos, ele possui a experiência e a bagagem técnica exatas para conduzir o estado em águas turbulentas.

Foi aqui, lidando com a explosão do nosso agronegócio e com a urgência de infraestrutura na nossa cidade, que ele lapidou o seu perfil de gestor implacável. A comitiva luverdense presente na posse testemunhou exatamente isso. Liderado pelo prefeito Miguel Vaz, pelo vice Joci Piccini e o presidente da Câmara Airton Callai, o grupo local sabe que Mato Grosso ganha a garantia de continuidade com qualidade. O estado agora é comandado por alguém que não governa com discursos vazios, mas com planilhas, obras em andamento e prestação de contas rigorosa.

O Pragmatismo e o "Lucro Social"
O discurso do novo governador teve a assinatura inconfundível do pragmatismo que forjou Lucas do Rio Verde. Sem espaço para promessas populistas, Pivetta focou na responsabilidade e cravou a sua meta principal: a busca pelo lucro social.

O estado aprendeu a duras penas que as contas públicas precisam estar no azul. O novo governador sabe muito bem que esse lucro não serve para ficar rendendo em banco. Ele existe para ser devolvido ao cidadão em forma de rodovias duplicadas, segurança ostensiva nas ruas e hospitais equipados.

O Fim das Aventuras
Durante décadas, Mato Grosso foi refém de aventureiros e de gestores amadores que flertaram com a falência, mesmo com o estado sendo o celeiro do Brasil. Esse tempo acabou. A subida de Otaviano Pivetta à cadeira principal do Executivo é a prova cabal de que a capacidade técnica venceu a velha política.

Lucas do Rio Verde tem o orgulho legítimo de ter sido o laboratório a céu aberto dessa revolução administrativa. O nosso modelo pautado na eficiência e no trabalho duro provou o seu valor. Com Pivetta no comando, a régua subiu. O ritmo implacável que transformou Lucas na potência que é hoje agora dita o ritmo de todo o estado.