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Embratel investe na simplificação da transmissão de dados

Padrão Carrier Ethernet permite a transmissão de grandes volumes de informação em diferentes formatos

Redação
Por: Redação Fonte: MT Agora - G1
19/11/2014 às 14h33 Atualizada em 10/02/2023 às 14h21
Embratel investe na simplificação da transmissão de dados
Metro Ethernet ou Carrier Ethernet é o padrão que define a forma de transporte de diversos serviços como voz, dados e vídeos de um ponto a outro, mesmo que de longa distância, por meio de uma operadora.
 
 Comparados às redes tradicionais, os serviços Carrier Ether¬net são mais simples porque podem ser combina¬dos em uma única interface de acesso.
 
Além disso, as empresas usuárias podem esca¬lar rapidamente a banda, aumentando-a para suportar uma comunicação unificada ou videoconferências, por exemplo, de forma transparente e flexível. Esse é um cenário bem diferente do que ocorre nas redes TDM (Time Division Multiplexing), inflexíveis e criadas apenas para a transmissão de voz.
 
“É uma maneira mais rápida e barata de transmitir grandes volumes de dados dentro de uma infraestrutura de rede, o que faz toda a diferença em um mercado de alta conectividade e mobilidade”, afirma Luiz Oliveira, professor de mestrado do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel).
 
O mercado global de serviços Carrier Ethernet deverá saltar de US$ 38 bilhões (mais de R$ 97 bilhões), em 2014, para US$ 56 bilhões (R$ 143,5 bilhões) em 2017, o que representa um aumento de quase 50%. Os dados são do Metro Ether¬net Forum (MEF), organização sem fins lucrativos criada em 2001 para promover a adoção, em caráter global, de redes e serviços Ethernet, focando nas operadoras (carriers).
 
Para o analista de Telecom da IDC Brasil, Samuel Rodrigues, as receitas de ope-radoras e de outros players com serviços Metro Ethernet para usuários corporativos crescerão acima de dois dígitos no Brasil, e esta será a tecnologia de maior crescimento percentual nos próximos cinco anos. “Não vejo por que uma empresa não substituiria suas redes por outra mais mo¬derna, fácil de implementar, gerenciar e manter, que requer menos hardware e que tem bom custo-benefício”, pondera Rodrigues.
 
No Brasil, a Embratel é a primeira grande operadora a instalar esse tipo de transmissão e a receber a certificação internacional MEF. Segundo Antônio Carlos Martelleto, Diretor Executivo da Embratel, a superação do tráfego de voz para dados nas redes metropolitanas é uma questão de tempo. “A Embratel tem investido com prioridade  no aprimoramento de sua rede de dados e de seus centros de apoio nos últimos anos. Com isso, temos a mais moderna infraestrutura do Brasil, afirma o executivo.
 
Atualmente, a operadora já consegue atender 50% das demandas do mer¬cado corporativo com soluções Carrier Ethernet. A migração ocorre naturalmente, à medida que as redes antigas tornam-se incapazes de suprir as necessidades de tráfego mais robusto. “Quando o cliente precisa de mais banda, já a entregamos na nova tecnologia, um processo que, na Embratel, tornamos simplificado e sem custo”, destaca Martelleto.
 
O canal Ethernet da Embratel permite transmissão de dados, voz e vídeo com largura de banda de até 10 Gbps. “A escalabilidade permite a conectividade de múltiplos sites sobre qualquer distância, seja de me¬tro, regional, nacional ou intercontinental”, descreve o executivo.
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