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Após reunião, Corinthians e Caixa se aproximam de novo acordo por arena

Diretoria alvinegra se encontra com cúpula do banco para redefinir financiamento do estádio, consegue aumentar prazo e diminui parcela mensal para pagar sua dívida.

Redação
Por: Redação Fonte: MT Agora - Globo Esporte
15/12/2016 às 20h55 Atualizada em 08/02/2023 às 16h03
Após reunião, Corinthians e Caixa se aproximam de novo acordo por arena

Uma reunião entre a diretoria do Corinthians e representantes da Caixa Econômica Federal, nesta quinta-feira, deixou praticamente certo o acordo que vai alterar algumas partes do contrato de financiamento da arena.

Ainda há números a serem negociados e revistos, mas a sensação da cúpula alvinegra é de que falta pouco para que as mudanças sejam confirmadas pelas duas partes. O novo acordo será assinado nos próximos dias.

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Com dificuldades para pagar as parcelas de R$ 5,7 milhões mensais, o Timão propôs a redução do valor, o aumento do prazo de pagamento e maior autonomia na administração do estádio.

O acordo será assinado nos próximos dias – o presidente Roberto de Andrade e o diretor financeiro Emerson Piovezan comandam as negociações. O novo prazo de pagamento será de 20 anos. O vencimento atual era em 2028.

 

As principais alterações propostas pelo Corinthians são: 

– Prorrogação do prazo de pagamento de 12 anos para 20 anos.

– Pagamento de metade da parcela mensal: de R$ 5,7 para cerca de R$ 3 milhões

– Mais poder na administração do estádio, interferindo nos preços dos ingressos, propriedades e serviços. Hoje, isso cabe ao fundo que gere a arena, encabeçado pela Odebrecht. 

– Clube passaria a ficar com metade do valor arrecadado com ingressos e outras propriedades. No ano passado, mais de R$ 50 milhões com a comercialização de bilhetes foi direto para o fundo que paga as contas das obras.

O Corinthians está em negociação com a Caixa desde abril, período em que deixou de pagar a parcela integral – o clube diz que segue depositando os juros do contrato, na casa de R$ 3 milhões. A alegação é de que outros estádios da Copa do Mundo tiveram 36 meses de carência, e o Timão apenas 19 meses.

As alterações no contrato são a única solução encontrada pelo Corinthians para conseguir pagar a arena. A direção entende que, nos termos atuais, não terá condições de quitar as obras e ainda prejudicará o andamento das contas do departamento de futebol e do clube social. O clube gasta ainda mais de R$ 2 milhões só com a manutenção do estádio.

Em números atualizados, o Corinthians deve hoje R$ 1,37 bilhão para a Caixa e outros R$ 360 milhões para a Odebrecht, superando R$ 1,7 bilhão no total. O valor pode superar os R$ 2 bilhões até o fim do contrato.

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