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Câmara aprova novas regras para a certificação de entidades beneficentes e encerra sessão

Michel Jesus/Câmara dos Deputados Sessão do Plenário da Câmara A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (28) o Projeto de Lei Complement...

Redação
Por: Redação Fonte: Agência Câmara de Notícias
28/10/2021 às 16h15 Atualizada em 02/02/2023 às 00h18
Câmara aprova novas regras para a certificação de entidades beneficentes e encerra sessão
Sessão do Plenário da Câmara - (Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados)

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (28) o Projeto de Lei Complementar (PLP) 134/19, que reformula algumas regras para a certificação de entidades beneficentes às quais a Constituição assegura imunidade nas contribuições para a seguridade social. A matéria será enviada ao Senado.

Apesar das reformulações, permanecem iguais as principais normas sobre como essas entidades devem oferecer serviços gratuitos para contaram com a isenção dessas contribuições. A apresentação do projeto decorre de decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que considerou inconstitucionais vários artigos da Lei 12.101/09 porque a regulamentação dessa imunidade deve ser feita por meio de lei complementar.

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De autoria do deputado Bibo Nunes (PSL-RS), o texto aprovado é um substitutivo do deputado Marco Bertaiolli (PSD-SP) reformulado em Plenário pelo deputado Antonio Brito (PSD-BA), que foi o relator na Comissão de Seguridade Social e Família.

<p><strong>Comunidades terapêuticas</strong><br /> O Plenário analisou dois [[g destaques]] apresentados pelos partidos. Um deles, do Psol, foi aprovado e retirou do texto a possibilidade de as comunidades terapêuticas contarem com a imunidade tributária.</p><p>Apesar de o texto retirado ter obtido a maioria de votos (251) a favor de sua manutenção no substitutivo, por se tratar de um projeto de lei complementar são necessários 257 votos para aprovação. Outros 75 deputados votaram a favor da exclusão das comunidades terapêuticas.</p><p>Para a líder do Psol, deputada [[Taliria Petrone]], é necessário haver contrapartidas e fiscalização das comunidades terapêuticas para garantir tratamento digno a pacientes.</p><p>A deputada [[Carmen Zanotto]], no entanto, afirmou que as comunidades terapêuticas são fundamentais para o acolhimento de dependentes de álcool e drogas.</p>
Foto: Reprodução
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