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CPI da Chapecoense suspende depoimento de controladora de voo e vota requerimentos

O presidente da CPI da Chapecoense, senador Jorginho Mello (PL-SC), anunciou nesta quarta-feira (17) a suspensão do depoimento da inspetora Celia C...

Redação
Por: Redação Fonte: Agência Senado
17/11/2021 às 12h45 Atualizada em 09/02/2023 às 20h54
CPI da Chapecoense suspende depoimento de controladora de voo e vota requerimentos
Izalci Lucas, relator, e Jorginho Mello, presidente da CPI da Chapecoense, durante reunião em fevereiro de 2020 - Geraldo Magela/Agência Senado

O presidente da CPI da Chapecoense, senador Jorginho Mello (PL-SC), anunciou nesta quarta-feira (17) a suspensão do depoimento da inspetora Celia Castedo Monastério. Responsável pela autorização do plano do voo da empresa LaMia, a boliviana está presa em Corumba (MS) desde setembro passado. Com a suspensão do depoimento, a comissão deve votar sete requerimentos de convocação nesta quinta-feira (18).

Segundo Jorginho Melo, a Polícia Federal pediu mais documentos para a liberação judicial de Celia Castedo Monastério. Ela está presa em Corumbá (MS) desde setembro e pode ser extraditada para a Bolívia, onde é considerada foragida da Justiça. A queda da aeronave em novembro de 2016 provocou a morte de 71 pessoas, a maior parte delas ligada à Associação Chapecoense de Futebol.

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Os sete requerimentos de convocação na pauta foram apresentados pelo relator da comissão, senador Izalci Lucas (PSDB-DF). Ele sugere os depoimentos das seguintes testemunhas:

• Graham Bailey, funcionário da empresa AON UK Limited;

• Pedro Duarte Guimarães, presidente da Caixa Econômica Federal;

• Joaquim Silva e Luna, presidente da Petrobras;

• José Adalberto Ferrara, presidente da Tokio Marine Seguradora;

• Marcelo Homburguer, Presidente da AON Benfield Brasil Corretora de Resseguros;

• Leandro Martinez, presidente da Chubb Brasil; e

• Patrícia Chacon, presidente da Liberty Seguros.

A CPI da Chapecoense foi instalada em dezembro de 2019. O objetivo da comissão é apurar a situação dos familiares das vítimas do desastre. Os senadores investigam ainda os motivos pelos quais familiares ainda não receberam indenizações. O prazo para a conclusão dos trabalhos termina em abril de 2022.

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