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Mara Gabrilli vai representar Senado na ONU sobre refugiados da Ucrânia

A senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP) vai representar o Senado nas negociações internacionais sobre a situação dos refugiados afetados pelos conflitos...

Redação
Por: Redação Fonte: Agência Senado
03/03/2022 às 08h45 Atualizada em 08/02/2023 às 13h39
Mara Gabrilli vai representar Senado na ONU sobre refugiados da Ucrânia
A senadora é integrante e porta-voz da Comissão Mista Permanente sobre Migrações Internacionais e Refugiados (CMMIR) do Congresso Nacional e foi designada pelo presidente da Casa, Rodrigo Pacheco - Marcos Oliveira/Agência Senado

A senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP) vai representar o Senado nas negociações internacionais sobre a situação dos refugiados afetados pelos conflitos entre Ucrânia e Rússia. Ela deve acompanhar as tratativas promovidas pela Agência da Organização das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), em Genebra (Suíça).

A designação de Mara Gabrilli foi assinada pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. A parlamentar é integrante e porta-voz da Comissão Mista Permanente sobre Migrações Internacionais e Refugiados (CMMIR) do Congresso Nacional.

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No ofício enviado ao secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Manuel de Oliveira Guterres, Pacheco reconheceu o esforço da entidade no apoio aos refugiados. O presidente do Senado também reafirmou a necessidade de “proteção e defesa dos direitos humanos, dos valores democráticos e da solução pacífica dos conflitos”.

“Sabemos que, à medida que este conflito armado se intensifica, milhares de famílias estão sendo obrigadas a escapar da Ucrânia. Reconheço que as agências da ONU estão trabalhando vigorosamente para apoiar esses refugiados que atravessam as fronteiras ocidentais, muitos das quais crianças”, escreveu o presidente do Senado.

A senadora se manifestou sobre o conflito no dia 24 de fevereiro, logo após os primeiras ações da Rússia em território ucraniano. Em uma rede social, a parlamentar destacou que, em uma guerra, as maiores vítimas costumam ser os civis.

“Mal nos recuperamos da pandemia e vivemos uma nova ameaça. Em guerras, as maiores vítimas são civis: crianças, mulheres, idosos e pessoas com deficiência, vulneráveis a violações de direitos e violência. Oro pelos inocentes que sofrem duramente por conta de disputa entre Estados”, publicou a parlamentar.

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