Segunda, 13 de Abril de 2026
21°C 28°C
Lucas do Rio Verde, MT
Publicidade

Relatora mantém punições para partido que não apresentou 30% de candidaturas femininas

Billy Boss/Câmara dos Deputados Margarete Coelho afirmou que pandemia de Covid dificultou atuação dos partidos em 2020 A deputada Margarete Coelh...

Redação
Por: Redação Fonte: Agência Câmara de Notícias
15/03/2022 às 14h30 Atualizada em 10/02/2023 às 20h52
Relatora mantém punições para partido que não apresentou 30% de candidaturas femininas
Margarete Coelho afirmou que pandemia de Covid dificultou atuação dos partidos em 2020 - (Foto: Billy Boss/Câmara dos Deputados)

A deputada Margarete Coelho (PP-PI), relatora da proposta de emenda à Constituição que trata de candidaturas femininas (PEC 18/21), apresentou parecer nesta terça-feira (15) que mantém as punições para os partidos que não respeitaram o mínimo de 30% de mulheres candidatas nas eleições anteriores. Margarete sugeriu que a anistia prevista na PEC seja válida apenas para a não aplicação dos recursos correspondentes a essas candidaturas.

Os deputados da comissão especial que discute a proposta pediram mais prazo para analisar melhor o relatório e a votação do texto foi adiada.

Continua após a publicidade
Anúncio

A relatora manteve na PEC, já aprovada pelo Senado, a anistia relativa à não aplicação pelos partidos do mínimo de 5% dos recursos dos fundos partidários para a promoção de candidaturas femininas. Para Margarete, a ação dos partidos nas eleições de 2020 foi dificultada pelas restrições da pandemia.

A deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) elogiou as mudanças, mas disse que seu partido permanece contrário às anistias previstas. Tanto o percentual mínimo de 30% de candidaturas quanto o de 5% de recursos para a promoção da entrada de mulheres na política já existem na legislação, mas a ideia dos parlamentares é colocar as regras na Constituição Federal.

A relatora retirou da proposta a permissão para que os partidos acumulassem os recursos destinados a candidaturas femininas, efetuando a despesa em momento mais conveniente. Segundo Margarete, isso seria um retrocesso. Além disso, a redação que veio do Senado fala em uso para campanhas eleitorais, o que não seria mais permitido após a criação do Fundo de Financiamento de Campanha. A relatora explicou que fez apenas ajustes pontuais para evitar que a proposta tenha que voltar para o Senado.

Neste sentido, a redação também foi alterada para evitar que o total de 5% dos recursos para campanhas femininas seja interpretado como teto e não como um mínimo. “Para ajustar a redação, nós trouxemos o que diz a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Em vez de ‘independentemente’ do número de candidatas, seria ‘proporcionalmente’ ao número de candidatas”, esclareceu.

Cotas
A deputada Bia Kicis (União-DF) disse que é contra as cotas de gênero. “Não adianta querer forçar, querer impingir uma obrigação. Aí você acaba criando o quê? Candidaturas laranja. É isso que vai acontecer. Temos que ir na base do problema para trazer uma solução que não seja artificial.”

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
Lucas do Rio Verde, MT
26°
Parcialmente nublado
Mín. 21° Máx. 28°
28° Sensação
3.16 km/h Vento
79% Umidade
100% (12.16mm) Chance chuva
06h49 Nascer do sol
18h39 Pôr do sol
Terça
29° 20°
Quarta
29° 21°
Quinta
28° 21°
Sexta
29° 22°
Sábado
28° 21°
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Economia
Dólar
R$ 5,03 +0,48%
Euro
R$ 5,89 +0,46%
Peso Argentino
R$ 0,00 +2,78%
Bitcoin
R$ 384,188,13 -1,42%
Ibovespa
196,878,77 pts -0.23%
Publicidade
Publicidade
Publicidade