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Plínio Valério considera "enganação" o programa Pró-Amazônia Legal e defende Zona Franca

O senador Plínio Valério (PSDB-AM) qualificou como “enganação” o programa Pró-Amazônia Legal e disse que o governo federal quer apresentá-lo como u...

Redação
Por: Redação Fonte: Agência Senado
04/05/2022 às 18h30 Atualizada em 09/02/2023 às 06h45
Plínio Valério considera
O senador Plínio Valério (PSDB-AM) disse que o governo federal quer apresentar o Pró-Amazônia Legal como uma compensação pelas perdas que a Zona Franca de Manaus está sofrendo - Jefferson Rudy/Agência Senado

O senador Plínio Valério (PSDB-AM) qualificou como “enganação” o programa Pró-Amazônia Legal e disse que o governo federal quer apresentá-lo como uma compensação pelas perdas que a Zona Franca de Manaus está sofrendo.

Em pronunciamento nesta quarta-feira (4), o parlamentar disse que o Pró-Amazônia Legal cumpre, na verdade, uma disposição legislativa para o processo de desestatização da Eletrobras e, segundo decreto editado pelo Palácio do Planalto, receberá, a partir de janeiro de 2023, recursos anuais de R$ 295 milhões. Acrescentou que, de acordo com o texto, o programa compreenderá medidas que aprimorem a navegabilidade do rio Madeira e do rio Tocantins.

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— Pode até nutrir obras durante a sua duração, mas jamais dará parte dos empregos que a Zona Franca proporciona. Uma coisa é completamente diferente da outra — afirmou.

Plínio Valério destacou que é bem diferente conduzir obras e garantir algum investimento regional, que é o caso do Pró-Amazônia Legal, de proporcionar desenvolvimento sustentável, como faz a Zona Franca, que cria empregos, oferece alternativas e preserva a floresta.

O senador denunciou que estão tirando a competitividade da Zona Franca, ignorando que é um modelo que deu certo e que hoje emprega 87 mil pessoas diretamente e umas 500 mil indiretamente. E ressaltou que a preservação de 97% da floresta no estado do Amazonas é uma consequência do advento da Zona Franca.

Plínio Valério concluiu afirmando que “estão atingindo de morte o Amazonas e estão atingindo de morte a Amazônia. O nome disso é governo federal”.

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