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Fundo da Marinha Mercante ampliou investimentos na indústria naval com mais de R$ 3,85 bilhões no setor em 2025

Recursos fortalecem a indústria, impulsionam a geração de empregos e ampliam a infraestrutura aquaviária de norte a sul do país

Redação
Por: Redação Fonte: Ministério dos Portos e Aeroportos
28/01/2026 às 15h08
Fundo da Marinha Mercante ampliou investimentos na indústria naval com mais de R$ 3,85 bilhões no setor em 2025
Ao longo de 2025, o Fundo aprovou 771 projetos, que somam R$ 31,8 bilhões em financiamentos - Foto: Divulgação/MPor

O Fundo da Marinha Mercante (FMM) destinou R$ 3,85 bilhões ao setor naval e aquaviário no ano de 2025, para ampliar os investimentos na construção de embarcações, na infraestrutura portuária e aquaviária e no fortalecimento da indústria naval brasileira. Com os recursos, houve impacto direto na geração de empregos, no fortalecimento da cadeia produtiva e na modernização do transporte aquaviário. Os valores também representaram crescimento de 107,4% em relação a 2024.

A maior parcela do volume aplicado, R$ 2,45 bilhões, foi direcionada à construção de embarcações, principal foco do Fundo. Outros R$ 361 milhões financiaram obras de infraestrutura portuária e aquaviária, R$ 70,8 milhões foram destinados à modernização de estaleiros e R$ 959,3 milhões corresponderam a ressarcimentos à Receita Federal do Brasil.

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Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, os investimentos mostram o compromisso do Governo Federal com o desenvolvimento do setor e com a redução das desigualdades regionais. “Os recursos do Fundo fortalecem a indústria naval, geram empregos e ampliam a capacidade do transporte aquaviário, especialmente em regiões onde são fundamentais para o abastecimento e a integração do país", afirmou.

Ao longo de 2025, o Fundo aprovou 771 projetos, que somam R$ 31,8 bilhões em financiamentos, envolvendo iniciativas de construção naval, infraestrutura aquaviária e modernização do parque industrial do setor. Desse total, 152 projetos avançaram para a fase de contratação, com R$ 7,7 bilhões formalizados, permitindo o início das obras e das atividades previstas. Esses empreendimentos devem gerar cerca de 15.443 empregos diretos. Além disso, foram realizadas 166 operações com recursos de contas vinculadas, que totalizaram R$ 708,7 milhões.

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Investimentos regionais

Na Região Norte, as contas vinculadas ao Fundo anteciparam investimentos, concentrando 53% dos recursos aplicados. A região é estratégica para o transporte aquaviário e para a integração logística do país, especialmente em áreas onde os rios são as principais vias de deslocamento.

Os financiamentos do Fundo também se concentraram nas regiões Sul e Sudeste, conforme a demanda dos projetos apresentados, enquanto as contas vinculadas reforçaram os investimentos em regiões com maior dependência da navegação interior.

Segundo o secretário nacional de Hidrovias e Navegação, Otto Luiz Burlier, os investimentos do Fundo têm efeito direto na economia e no abastecimento do país. “Cada projeto apoiado gera empregos, movimenta a economia local e melhora o transporte de cargas, fortalecendo a ligação do Norte e do Nordeste com o restante do Brasil”, destacou.

Novas aprovações

Para 2026, o Fundo da Marinha Mercante seguirá como eixo central da política de fomento à indústria naval e à infraestrutura aquaviária. A programação prevê até R$ 34 bilhões em recursos destinados a novas aprovações de projetos, ampliando o apoio à construção naval, à modernização da frota e ao fortalecimento da cadeia produtiva do setor. Também está prevista a formalização de cerca de R$ 8 bilhões em novas contratações, permitindo que projetos já aprovados avancem para a fase de execução, com impacto direto na geração de empregos, no aumento da capacidade logística e no desenvolvimento regional.

Em janeiro de 2026, a 1ª Reunião do Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM) terá como foco a priorização de projetos portuários, com possibilidade de destinação de até R$ 4,8 bilhões para iniciativas voltadas à ampliação, modernização e eficiência da infraestrutura portuária e aquaviária.

O secretário Otto Luiz Burlier afirmou ainda que a agenda prevista reforça o planejamento de longo prazo e a previsibilidade dos investimentos, "assegurando a continuidade do fomento ao setor, a integração do território nacional, a redução das desigualdades regionais e um transporte de cargas mais eficiente, com reflexos positivos no abastecimento e na economia da população."

Assessoria Especial de Comunicação Social

Ministério de Portos e Aeroportos

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